Pular para o conteúdo
Material gratuito cronograma de 7 dias

Você treina o novo?
Ou só deixa ele "ir pegando"?

A frase que a gente mais ouve em reuniões de diagnóstico: "eu passo o passo a passo, explico no boca a boca. Aí o cara fica de sombra com o veterano por uns dias e depois meio que vai pegando". Esse manual transforma o "vai pegando" num cronograma de 7 dias com padrinho, simulação e avaliação formal.

Aplicado em +600 operações de food service
4.9 / 5 de quem implementou
  • Cronograma do Dia 0 ao Dia 6, com marcos e regras claras
  • Modelo de descrição de cargo e 2 testes prontos pra aplicar
  • Planilha de acompanhamento e adaptações por função (cozinha, salão, caixa)
Páginas reais do manual de integração de novo funcionário

PDF de 26 páginas. Leitura de aproximadamente 23 min. Inclui planilha Excel.

ENVIO IMEDIATO

Receba o manual completo

PDF + planilha de acompanhamento + descrição de cargo modelo.

Ao enviar você concorda em receber e-mails da Koncluí. Pode descadastrar quando quiser.

O problema

"Vai pegando" não é método. É sorte com cara de método.

O setor tem turnover de 80% a 100% ao ano. Em uma cozinha de 8 pessoas, isso é a equipe inteira sendo trocada em 12 meses. Treinar cada um no boca a boca custa 8 meses de gerência por ano.

Vai pegando

Boca a boca, sem padrinho, sem teste. Em 60 dias o novo erra coisa que "todo mundo achou que ele sabia".

Cronograma de 7 dias

Padrinho dedicado, 2 testes obrigatórios, avaliação formal. Em 7 dias o novo opera sozinho, com método.

A verdade que ninguém fala

O problema não é o funcionário ruim. É o método ruim.

O cronograma de 7 dias não promete que o novo fique perfeito em 7 dias. Promete que ele fique autônomo em 7 dias. A diferença é tudo: é o que devolve o tempo do gerente, é o que reduz o turnover prematuro e é o que faz a operação rodar sem você no meio o tempo todo.

O que tem dentro

6 dias com objetivo claro. Mais o Dia 0 que ninguém faz.

Cada dia tem foco, marco de aprovação e responsável definido. Não é cronograma de gaveta — é o passo a passo que a equipe segue.

Dia 1 Cultura

Boas-vindas e tour

  • História da empresa + tour completo
  • Higiene e segurança alimentar
  • Degustação do cardápio
  • + marco: nome de todos os colegas
Dia 2 Função

Cargo e simulação

  • Teste do Dia 1 (mínimo 70%)
  • Descrição de cargo assinada
  • Simulação prática completa
  • + glossário de 30–50 termos da casa
Dia 3 Observação

Sombra do padrinho

  • Padrinho explica em voz alta
  • Vê pré, pico e fechamento do turno
  • Anota dúvidas durante a operação
  • + define o que faz sozinho amanhã
Dia 4 Prática

Autonomia parcial

  • Praça do iniciante (a mais simples)
  • Padrinho próximo, mas sem intervir
  • Tarefas de fim de turno
  • + 3 acertos e 3 pontos de melhoria
Dia 5 Coordenação

Trabalho em equipe

  • Comunicação salão + cozinha + caixa
  • Política de gorjeta e organização
  • Padrinho fica em outra praça
  • + "como você se sentiu hoje?"
Dia 6 Avaliação

Avaliação final

  • Teste teórico (20–30 perguntas)
  • Turno completo sob observação
  • Aprovado, com plano ou estendido
  • + vira histórico oficial de capacitação
O DIA QUE NINGUÉM FAZ

Dia 0: pré-admissão.

De 3 a 7 dias antes da chegada. Documentação pronta, uniforme com o nome separado, padrinho avisado, mensagem de boas-vindas enviada. O novo chega entendendo que essa empresa é diferente — porque a maioria dos lugares onde ele já trabalhou nem sabia que ele ia começar naquele dia. Esse é o detalhe que separa quem trata onboarding como rotina de quem trata como improviso.

Como usar

Em 3 passos. Sem mistério.

01

Adapte ao seu restaurante

Cada dia tem objetivo, atividades e marcos. Adapte o conteúdo (cardápio, equipamentos, terminologia da casa) e mantenha a estrutura. O capítulo de adaptações cobre cozinha, salão, caixa e funções com experiência prévia.

02

Implante no próximo novo

Defina o padrinho com 2 dias de antecedência, faça o Dia 0 sem pular, siga o cronograma. Os 2 testes (Dia 2 e Dia 6) são inegociáveis — eles são o que separa palestra de aprendizado.

03

Refaça e refine

A cada novo funcionário, o cronograma fica mais afiado. Erros que apareceram no primeiro viram lições no terceiro. A planilha de acompanhamento mantém o histórico, que serve de prova pra vigilância sanitária quando ela pedir.

Lembre-se

Padrão é melhor que improviso.
Padrinho é melhor que palpite.

Quem já usa

De rede de bairro a operação multi-unidade. Funcionário novo é funcionário novo.

Antes a gente perdia metade da equipe nova nos primeiros 30 dias. Com o cronograma, o novo já chega sabendo o que esperar e sai do Dia 7 confiante. Caiu pela metade.

Lucas Profeta

Freguesia Burguer

A ideia do padrinho mudou tudo. O veterano quer que o novo dê certo (ele ganha bônus), e o novo aprende com quem faz o mesmo trabalho dele todo dia.

Aline A.

Kazu Milkshakes

O Dia 0 era o que faltava. A pessoa chegar com uniforme separado, padrinho avisado, mesa pronta — muda completamente a postura nas primeiras semanas.

Paulo Henrique

Kombi's Hot Dog

+1.500

marcas

+3.500

restaurantes

+32 mil

checklists

+2 milhões

evidências em foto

Dúvidas honestas

As que aparecem no e-mail toda semana.

É realmente grátis? O que vocês querem em troca?
É grátis. Em troca a gente pede só seu e-mail pra te mandar mais conteúdo útil de operação de restaurante (de vez em quando). Pode descadastrar quando quiser, sem rancor.
Funciona pra cozinheiro, garçom e caixa? E pra liderança?
A estrutura dos 7 dias serve pra cozinheiro, auxiliar, garçom, atendente e caixa — o material vem com adaptações específicas pra cada função. Pra liderança (líder de turno, gerente), o cronograma estende pra 14–21 dias. Esse manual cobre os cargos da operação direta.
E se a pessoa já tem experiência? Ainda preciso fazer 7 dias?
Comprime, não pula. Dia 1 vira meio dia (cultura da casa, não fundamentos). Dia 2 também (terminologia local, não conceitos). Dias 3 a 6 mantêm. A avaliação do Dia 6 é inegociável: "já trabalhou em outro lugar" não significa que sabe trabalhar aqui — cada cozinha tem seu jeito.
Como escolho o padrinho? Vale qualquer veterano?
Padrinho é colega da mesma função, com bom desempenho e disposição pra ensinar — não é o gerente. O modelo do material define o bônus do padrinho (R$ 100 a R$ 300 ao fim dos 7 dias se o novo for aprovado), o que transforma o veterano em parceiro do processo, não em obstáculo. O capítulo 1 explica os critérios completos.
Por que insistir em testes formais?
Onboarding sem avaliação é palestra. O novo escuta, concorda, esquece. O teste do Dia 2 obriga revisão antes do avanço; o teste do Dia 6 vira o documento que comprova capacitação pra fins de vigilância sanitária. E mais: faz o novo prestar atenção desde o primeiro dia, porque ele sabe que vai ser cobrado.

"Vai pegando" custa caro.
Método é mais barato.

Baixe o manual hoje. Quando o cronograma virar fluxo digital com prova em foto na mão da equipe, a gente conversa.

Ou agenda uma demonstração da Koncluí: konclui.com