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Checklist · Restaurants Foodservice

Segurança dos produtos à venda

Avalia segurança, fornecedores, especificações e rastreabilidade de produtos comercializados na auditoria do restaurante, conforme BRC.

  • 18 itens
  • 6 seções
  • Editável

Baseado em:HACCP

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Plano de segurança dos alimentos - HACCP

  1. A empresa deve ter um plano de segurança dos alimentos só para produtos vendidos ou incluí-los no plano que já existe

    Verifique se há um plano de segurança dos alimentos específico para os produtos vendidos ou se eles entram no plano que já existe (seção 2). O plano deve cobrir pelo menos o recebimento, o armazenamento e a entrega dos produtos sob responsabilidade do local.

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Aprovação e monitoramento de desempenho de fabricantes/embaladores de produtos alimentícios comercializados

  1. Procedimento documentado de aprovação de fornecedores com base em risco

    Leia o procedimento de aprovação inicial e contínua de fornecedores e do fabricante/processador de cada produto. Confirme se a análise de risco considera: tipo de produto e riscos, exigências do cliente, leis do país de venda ou importação, origem, risco de adulteração ou fraude, riscos na cadeia até o recebimento e se é marca própria ou marca do cliente.

    ConformeNão conforme
  2. Aprovação inicial e contínua de fabricantes baseada em risco

    Verifique se a aprovação de fabricantes usa um ou mais destes meios: certificado de qualidade válido, emitido por entidade reconhecida e dentro da data de validade; auditoria no fornecedor feita por profissional qualificado, cobrindo segurança, caminho do produto e plano de segurança, com relatório assinado para fornecedor fora da empresa; ou, apenas para fornecedor de baixo risco com justificativa escrita, questionário revisado por profissional qualificado e com perguntas sobre os mesmos temas.

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  3. Registros da aprovação do fabricante/embalador e acompanhamento de problemas

    Confira se existem registros do processo de aprovação (relatórios de auditoria ou certificados verificados) dos locais que fabricam/embalam os produtos comercializados. Veja se há revisão e registro do acompanhamento de problemas que possam afetar os produtos.

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  4. Revisão contínua de fabricantes/embaladores com critérios de desempenho

    Verifique se a revisão contínua está funcionando, com base no risco e em critérios como reclamações, testes, avisos de fiscalização, rejeições ou opinião de clientes. Se a aprovação for por questionário, ele deve ser refeito no mínimo a cada 3 anos e o fornecedor deve avisar mudanças importantes (incluindo certificados). Guarde os registros da revisão.

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Especificações

  1. Especificações disponíveis para todos os produtos

    Verifique se há especificação de cada produto: no formato combinado com o cliente ou, se não houver modelo, com dados-chave para cumprir a lei e ajudar no uso seguro. Pode ser impressa, eletrônica ou em sistema online.

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  2. Acordo formal das especificações com as partes envolvidas

    Confira se as especificações foram formalmente aceitas pelas partes relevantes. Se ainda não houver acordo formal, a empresa deve mostrar as ações tomadas para obter esse acordo.

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  3. Processos que garantem o atendimento às exigências do cliente

    Verifique se as exigências do cliente entram nas especificações de compra ou se há trabalho extra no produto (ex.: seleção ou classificação) para atender o que o cliente pediu. Deve ser possível mostrar como isso é feito na prática.

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  4. Revisão das especificações no mínimo a cada 3 anos

    Confira se as especificações são revisadas com frequência suficiente para manter os dados atuais - no mínimo a cada 3 anos - considerando mudanças de produto, fornecedores, leis e outros riscos. Revisões e alterações devem estar registradas.

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Inspeção de produto e testes de laboratório

  1. Programa de amostragem ou garantia de que o produto atende à especificação de compra, à lei e à segurança

    Confira se existe um programa de testes de amostras ou de garantia de acordo com o que foi comprado, com as leis e com a segurança. Se for por teste de amostras, a quantidade de vezes e o jeito de testar devem depender do risco. Guarde os resultados.

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  2. Confiança em certificados do fornecedor reforçada com análises independentes periódicas

    Se a garantia de que o produto está certo vier de papéis do fornecedor (certificados ou análises), verifique se a empresa faz testes por conta própria de tempos em tempos para ter certeza de que as informações estão corretas.

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  3. Provas que confirmam de onde vem o produto, o caminho dele ou selos especiais de qualidade

    Quando a embalagem ou o fornecedor disser algo especial sobre o produto (como de onde ele vem, o caminho que fez ou selos de qualidade), confira se há um documento do fornecedor ou de outra empresa que comprove isso.

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  4. Laboratório ou empresa de fora que faz testes importantes com certificação ou que segue as regras de qualidade

    Para testes muito importantes de segurança ou da lei (feitos aqui ou contratados fora), confira se o laboratório tem certificação reconhecida ou trabalha seguindo as regras de qualidade (ISO 17025). Se o teste não for certificado, deve haver uma justificativa por escrito.

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  5. Resultados de testes e inspeções guardados, revisados e com ação rápida em caso de falha

    Verifique se os resultados de testes e inspeções são guardados e revisados para ver tendências. Se houver resultado ruim ou tendência negativa, a ação corretiva deve ser feita de forma rápida e registrada.

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Legalidade do produto

  1. Processos documentados para verificar a legalidade dos produtos comercializados

    Verifique se os processos incluem, quando aplicável: informações de rotulagem, composição legal e requisitos de quantidade ou volume. Se o cliente fizer isso, deve estar claro no contrato.

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Rastreabilidade

  1. Procedimento para rastrear os produtos vendidos

    Verifique se o jeito de rastrear os produtos do local explica como fazer isso com os produtos vendidos. Para cada lote, deve ser possível descobrir quem foi o último fabricante (ou quem embalou/mudou o produto que veio direto da roça, como frutas e verduras) e quem comprou cada lote que saiu da empresa.

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  2. Teste anual do sistema de rastreabilidade até o fabricante e até o destinatário

    Confira se o sistema de rastreabilidade é testado pelo menos uma vez por ano, do último fabricante até o destinatário do produto. O teste deve incluir o caminho do produto (movimentações e locais de armazenamento intermediários) até o recebimento pela empresa.

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  3. Teste de rastreabilidade batendo as quantidades e terminando em até 4 horas (ou 1 dia se depender de outras empresas)

    No teste para rastrear o produto, confira se as quantidades recebidas do lote escolhido batem certinho. O teste deve ser feito em até 4 horas; se a informação depender de outras empresas, o prazo é de até 1 dia.

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