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Histórias de clientes

Açougue hora a hora

Rede de supermercados no interior de Goiás

Em uma rede varejista com vinte e uma lojas espalhadas por quinze cidades, o açougue é o setor mais sensível para quebras, perdas e fiscalização sanitária. Ao implantar checagens obrigatórias organizadas por faixa de horário das seis da manhã ao fim da tarde, a empresa concluiu mais de sessenta e um mil checklists e reuniu mais de duzentas mil fotos em noventa dias.

Cena ilustrativa de uma operação como a desta história
Cena ilustrativa
Escala
21 lojas em 15 cidades, 258 pessoas no aplicativo
Rotina
Setor de açougue conferido por faixa de hora, da abertura ao fim da tarde
Volume
61,9 mil checklists concluídos em 90 dias
Evidência
201,7 mil fotos em 90 dias

Por que uma única vistoria diária não protege o açougue?

Balcões de açougue em grandes redes varejistas enfrentam riscos sanitários constantes e perdas severas por oxidação de carnes, falha de refrigeração e etiquetas incorretas.

Uma checagem isolada no início da manhã não acusa a oxidação de carnes durante a tarde nem a sujeira acumulada na sala de corte após a primeira desossa. Em 21 supermercados espalhados por 15 cidades de Goiás, a empresa dividiu as auditorias em janelas horárias obrigatórias das seis da manhã até o final da tarde.

A conformidade da carne exige acompanhamento ao longo do dia.

Faixas horárias das seis às nove da manhã organizam a abertura

A rotina matinal é fatiada para não sobrecarregar os operadores antes da abertura ao público. Das 6h às 8h, o foco recai sobre a higienização profunda de balcões, esteiras, balanças, câmara fria e o descarte correto de ossos e sobras com fotos obrigatórias.

Das 7h às 8h, a equipe valida o alinhamento visual e os preços de cortes de frango, linguiças, carnes bovinas e suínas. Das 8h às 9h, a checagem revisa validades, rodízio de lotes e cartazes promocionais com registros fotográficos.

  • 06h às 08h: higienização profunda de balcões e descarte de osso e muxiba com foto
  • 07h às 08h: montagem, precificação e corte de carnes bovinas, suínas e frango
  • 08h às 09h: rodízio de produção, conferência de validades e cartazes de ofertas com foto
  • 09h às 10h: medição e registro fotográfico da temperatura de balcões e câmaras frias

Recebimento de carcaças e desossa com registro fotográfico

Na janela das 6h às 12h, a chegada de carnes com osso exige conferência rigorosa de temperatura, pesagem e aspecto sanitário.

Os açougueiros registram imagens das carcaças bovinas e suínas diretamente no descarregamento na doca, gerando um histórico visual que comprova as condições da mercadoria recebida e reduz divergências de recebimento com frigoríficos.

O item de recebimento exige foto da carcaça na doca para comprovar o aspecto sanitário antes da manipulação.

Fluxo de recebimento e desossa
  1. Descarregamento matutino

    Conferência visual de carcaças bovinas e suínas e aferição térmica.

  2. Pesagem e entrada

    Registro de peso e nota fiscal no sistema de estoque da loja.

  3. Desossa e corte

    Manipulação nas mesas de inox com limpeza de osso e descarte de aparas.

  4. Bandejamento e gôndola

    Pesagem, etiquetagem e distribuição nas ilhas de autosserviço.

Higienização vespertina da desossa e condimentos datados

Entre 15h e 16h, os setores realizam uma segunda checagem profunda. A sala de manipulação e desossa passa por nova higienização com envio de fotos, os corredores e câmaras frias são auditados por vídeo e todos os temperos e condimentos usados na fabricação de linguiças e embutidos são verificados para checar se todos exibem etiquetas legíveis de manipulação e validade.

  • Higienização completa da sala de desossa e bancadas de corte, com registro em foto
  • Corredores e câmaras frias de resfriados e congelados auditados em vídeo panorâmico
  • Condimentos, sais de cura e temperos organizados com etiquetas legíveis de manipulação e validade

Duzentas mil fotos auditam vinte e uma lojas sem deslocamento

O impacto desse monitoramento horário aparece nos números operacionais: em 90 dias, 223 executantes ativos completaram 61.906 checklists nas 21 lojas do interior de Goiás, alcançando 80% de conclusão do que foi agendado.

Ao todo, foram registradas 201.664 fotos de evidência, gerando mais de duas mil imagens diárias de auditoria contra desvios sanitários e quebras no açougue.

Perguntas de quem opera

Dúvidas sobre este caso.

Como a equipe do açougue registra duas mil fotos por dia sem atrasar a operação?

As checagens são curtas e pontuais, distribuídas ao longo do turno. O açougueiro tira uma foto do balcão montado às 8h e outra da câmara fria na parte da tarde. O registro leva poucos segundos e documenta a tarefa concluída na hora.

Por que o registro de descarte de ossos e aparas exige foto obrigatória?

A foto do descarte documenta o volume de osso e muxiba retirado na desossa, permitindo cruzar a perda física com o rendimento padrão de cada carcaça recebida.

Como a divisão por faixas de horário facilita a auditoria sanitária?

O histórico com data, hora, foto e identificação do colaborador comprova que as carnes foram armazenadas na faixa térmica correta e manipuladas em bancadas sanitizadas, eliminando dúvidas em fiscalizações.

Por que separar a conferência de preços das sete da manhã da rotação de validade das oito?

Às 7h o foco é abrir a loja com os preços corretos nos balcões e cartazes. Às 8h, com o fluxo inicial estabilizado, a equipe realiza a rotação de lotes e a verificação de prazos de validade com a atenção necessária.

Na sua operação

Escolha uma rotina para começar.

Conheça o caminho entre o checklist da equipe e a evidência que chega ao gestor.